Sistema web ou aplicativo: o que a sua empresa precisa de verdade (e quanto custa cada um)
Boa parte dos pedidos de "aplicativo" se resolve melhor com um sistema web no celular — por uma fração do custo. Entenda as quatro opções, quando o ap...
Sistema que funciona mas ninguém usa é o fracasso mais caro de um projeto. As seis causas reais da baixa adoção, o que fazer em cada uma e os dois números que mostram se a virada deu certo.
Mário Lucas 4 min de leitura
O sistema entrou no ar, atende ao que foi pedido, não tem erro grave — e três meses depois metade da equipe continua usando a planilha antiga. Esse é o fracasso mais caro de um projeto de software, porque o dinheiro foi gasto por inteiro e o retorno é zero.
Adoção não é consequência automática da qualidade técnica. É um trabalho à parte, e quase sempre ninguém foi designado para fazê-lo.
Ninguém adota uma ferramenta em que precisa cadastrar tudo do zero antes de conseguir usar. Se no primeiro dia o sistema não tem clientes, produtos e saldos já dentro, a equipe volta para onde a informação está. A carga inicial de dados não é detalhe de implantação: é pré-requisito de adoção.
Se lançar um pedido levava dois minutos na planilha e passou a levar seis no sistema, a equipe não está sendo resistente — está sendo racional. Normalmente a causa é excesso de campo obrigatório pedido por quem quer relatório, e não por quem opera. Cada campo obrigatório precisa justificar o próprio custo em tempo de digitação.
Quando o processo foi descrito só por gestores, o sistema resolve o processo idealizado, não o real — sem as exceções, os atalhos e os combinados informais que fazem a operação funcionar. No primeiro caso fora do padrão, o sistema trava e a pessoa recorre ao que sempre funcionou.
Uma apresentação de duas horas mostrando todas as telas para todos os perfis ensina pouco. Cada pessoa precisa saber fazer bem as três ou quatro tarefas que são dela — não conhecer o sistema inteiro.
A primeira dúvida sem resposta rápida é o ponto em que a pessoa desiste e volta para a planilha. Sem alguém de referência dentro da empresa, a dúvida vira desistência silenciosa.
Enquanto a planilha for aceita, ela será usada. Não por má vontade: porque é o caminho conhecido, e mudança exige esforço sem recompensa imediata.
Não basta perguntar se estão gostando. Meça:
O erro de planejamento mais comum é considerar o projeto encerrado na entrega. Os ajustes que aparecem nos primeiros quinze dias de uso real são os que decidem se o sistema será adotado — e eles precisam de horas contratadas, não de boa vontade.
É a mesma lógica de entrega contínua descrita em as 10 etapas do desenvolvimento: o que entra em produção alimenta a rodada seguinte. Se quiser planejar a entrada em operação do seu caso, fale com a Sixtec.
Boa parte dos pedidos de "aplicativo" se resolve melhor com um sistema web no celular — por uma fração do custo. Entenda as quatro opções, quando o ap...
Depois do go-live, o sistema continua consumindo orçamento todo mês. Infraestrutura, correções, mudanças de lei e de APIs, suporte e segurança: entend...
Três orçamentos com valores muito diferentes quase nunca descrevem o mesmo projeto. O que enviar aos fornecedores, o que exigir em cada proposta e com...
Conte o desafio do seu negócio. Avaliamos se um dos produtos do nosso portfólio resolve — ou o que seria preciso construir.