Como integrar um sistema novo ao ERP e aos softwares que já existem
Integração é o item que mais estoura prazo em projeto de software. As três perguntas que decidem a viabilidade, os quatro caminhos técnicos possíveis...
Muita empresa automatiza o processo fácil em vez do processo que dói. A ordem certa antes de automatizar, o que compensa, o que não compensa e a conta que decide.
Mário Lucas 4 min de leitura
Automação virou sinônimo de modernidade, e por isso muita empresa automatiza a coisa errada: o processo que é fácil de automatizar, em vez do processo que dói. O resultado é um robô caro executando com perfeição uma tarefa que não precisava existir.
Antes de automatizar qualquer coisa, vale aplicar uma ordem simples.
Pular direto para o passo quatro é o erro mais comum e o mais caro.
Para cada automação candidata, levante quatro números: quantas vezes por mês a tarefa acontece, quantos minutos leva cada vez, quanto custa a hora de quem faz e quanto custaria construir e manter a automação por ano.
Se o custo anual da automação for maior que o custo anual da tarefa, a resposta é não — por mais que seja tecnicamente interessante. E inclua a manutenção na conta: automação não é obra entregue, é código que precisa acompanhar as mudanças do processo e das APIs envolvidas.
A tentação é automatizar o processo mais simples, porque entrega resultado rápido. Só que o ganho total de uma operação é limitado pelo seu ponto mais lento: acelerar uma etapa que já não era o gargalo não muda o tempo total do ciclo — só faz o trabalho chegar mais rápido na fila de sempre.
Identifique onde as coisas param e comece por ali, mesmo que seja mais difícil.
Automação bem escolhida devolve tempo de gente qualificada para trabalho que exige gente qualificada. Mal escolhida, adiciona um sistema a mais para manter. A diferença está no diagnóstico, não na tecnologia — que é o motivo de tratarmos o levantamento da operação como primeira etapa de qualquer projeto.
Quer mapear o que vale automatizar na sua operação? Fale com a Sixtec.
Integração é o item que mais estoura prazo em projeto de software. As três perguntas que decidem a viabilidade, os quatro caminhos técnicos possíveis...
Desenvolvimento de software não é caixa preta. São dez etapas, cada uma removendo um risco específico — e em cada uma existe algo que só o cliente pod...
O caminho da ideia até o primeiro usuário, na ordem certa: como definir o problema, cortar o escopo, escolher quem constrói e preparar a operação para...
Conte o desafio do seu negócio. Avaliamos se um dos produtos do nosso portfólio resolve — ou o que seria preciso construir.